
mo de Compromisso do Novo EJA - Comprometo-me, no exercício da função de Professor Regente da modalidade de ensino Nova EJA, a participar de todo processo de formação na nova metodologia para o bom desempenho de minhas funções. ///////// -
Primeiro encha meus
ouvidos, pois não quero escutar nada, nem minha consciência. Agora, tome a
venda e tampe os meus olhos, para que eu não possa olhar ao redor e perceber
quem é o tipo de pessoas que me cercam e ver em que me transformei. Pegue a
mordaça e cerra os meus lábios para que eu engula minhas palavras se um dia
voltar a ter alguma, e assim, que morra dentro de mim as minhas ideias. Para
finalizar, pegue as minhas mãos, me amarre nesse tronco, pois assim nunca mais
terei o direito de me arrepender, e sair, mesmo descobrindo que fiz a coisa
errada ao me associar a vocês e compactuar com a destruição do que resta do
ensino público. Pronto assinei. Já posso me considerar mais um autômato em suas
mãos?
Paz & Amor!!
Ter

O que eu quero de uma vez deixar claro que eu não disse hora nenhuma “os motivos” que levaram A ou B a assinar ou estar (em) propenso(s) a assinar, principalmente porque eu não vejo motivo nenhum para isso, simplesmente é a minha opinião. Esses termos de compromissos que eles colocam para serem assinados por nós é uma arapuca. E eu também acho que nós devemos aproveitar essa arapuca para nos resguardar. No 1º termo, o do lanç. de notas, eu coloquei para a SEEDUC que não concordava com ele e não o assinaria. ELES ME PROIBIRAM da lançar notas. Ótimo. Esse termo do Neja, se fosse o meu caso, EU TAMBÉM NÃO ASSINARIA, eles é que estariam me proibindo de assumir as turmas. Eles estariam me tirando da escola propositalmente. E, será que, alguém ANTES DE ASSINAR, procurou saber sobre essa “estória” de “ter que” sair da escola e ir á metro procurar lotação? Se não me engano (se me enganei agiria da mesma forma) eles não podem agir assim. Eu pegaria a cartinha (eles tem a obrigação de dar, assinada e timbrada) e á levaria para o SEPE resolver. (Não dizem que ele nada faz por nós. Iremos comprovar) __ Eu, quando entrei no Estado, entrei para trabalhar e cumprir minhas obrigações honestamente. Com dignidade e respeito, tanto para com os meus alunos, para mim e para o meu patrão: O povo do Estado do Rio de Janeiro. Não considero insubordinação, me negar a fazer coisas diferentes daquilo para o concurso que eu fiz, E PASSEI. Portanto eu não tenho que assinar mais nenhum termo de compromisso ou de responsabilidade para fazer as MINHAS OBRIGAÇÕES. Se vocês acham diferente, se acham que isso vai fazer com que acabe com esse tipo de coisa, se esse “diploma” irá fazer com que vcs se perpetuem na escola e se tornem “intocáveis”. São reflexões suas.
ResponderExcluirUma das coisas que se vem dizendo por aqui há muito tempo, é sobre o egoísmo da categoria. Não digo que temos que colocar nossa cabeça na guilhotina e nos transformar em mártires. Mas digo que existiram situações em que deixaram uma parte dos que chamam de amigos, companheiros ou simplesmente colegas, se transformarem em “bois de piranhas”. Que amizade, companheirismo ou coleguismo é esse. Às vezes uma simples paralisação se transforma num interminável show de lamúrias e transferência de responsabilidade de dar dó. Um código 61 atrapalhará minha licença prêmio, meu amado e distante bônus, serei acusado na escola de ser responsável pela perda de dinheiro de todos os funcionários da U.E. Outra coisa que foi citada foi a de que “O que hoje é para um, amanhã será para todo mundo”, e parece que isso vem acontecendo com muita frequência. Ano passado muitos colegas ficaram sem vagas nas escolas e só saíram os que se arrumaram pelas redondezas e saíram por que quiseram, muitos ficaram desviados dentro da unidade. Eu aqui, posto aquilo que acredito. Não coloco nem tudo que penso, pois com certeza iria arrumar alguns “desafetos” e afastar gente que nunca esteve perto. Minha amiga Sandra Borges postou “faz o que te prejudica menos”, eu já postaria: Faz o que sempre fez. Outra: “Até o momento não temos deliberações da categoria sobre o assunto”, como se as deliberações da categoria importassem para alguns. Nossa unidade, nossa união pautada sobre uma dúvida. Porque A, B e C podem correr riscos e o resto do abecedário tem que se poupar? Falam aqui que as coisas são revoltantes e não vejo revolta, é tudo um absurdo, mas a mesmice continua. Vamos pelo menos dessa vez seguir o que nos prejudica menos? Prejudica-me, ser obrigado a fazer uma coisa que não acredito? Sorrir e agradar as pessoas que me enrabam? Jogar no lixo minha dignidade, meu amor próprio, o respeito que sempre tive por mim? Obtidos através da minha postura, minha ética, minha moral. Hoje eu perguntei por aí se alguém poderia me dizer o gosto do sapo, porque eu costumo cuspir fogo. Então pelo jeito continuaremos entregues a vontade da SEEDUC, esperando a assembleia para tomarmos uma posição (que já deu para notar que muitos já tomaram). Depois não me venham com conversas moles de que o SEPE não faz nada. Pois o que parece é que ele, para alguns, tem que tomar as decisões que seriam nossas. Isso é de fórum íntimo. VOU ME SUBMETER OU NÃO? Não me interessa o que outros farão, e sim o que eu farei e para que eu me preste. SEREI OS TRÊS MACAQUINHOS? Então é só seguir a receita;
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